domingo, 13 de dezembro de 2015

ROTEIRO DE AULA EXPERIMENTAL SOBRE REAÇÕES QUÍMICAS

OBJETIVO:

Entender o que são reações químicas e como acontecem.

INTRODUÇÃO:

Uma reação química é uma transformação de determinados compostos químicos chamados reagentes e em outros compostos químicos chamados produtos, com a conservação dos elementos químicos iniciais. Isto significa que, numa reação química, há apenas rearranjo das ligações entre elementos, havendo conservação dos elementos iniciais e por isso conservação de massa.

As reações químicas são transformações da estrutura fina da molécula. Tais reações podem juntar duas moléculas para construir uma maior, quebrar uma molécula para produzir duas menores ou, por troca de átomos, constituir duas novas moléculas. Nas reações químicas, as ligações químicas são criadas ou rompidas.

MATERIAIS E REAGENTES:

- Vinagre (ácido acético) ou suco de limão
- Bicarbonato de Sódio
-  Garrafa de gargalo estreito
- Colheres de chá
- Balões (bexigas de borracha)
- Funil

PROCEDIMENTO:

- Dividir a sala em grupo.
- Colocar o vinagre ou outro reagente utilizado dentro da garrafa de gargalo estreito até encher cerca de um quarto da mesma.
 - Com uma colher e o funil, colocar no balão um pouco de bicarbonato de sódio.
- Colocar a boca do balão no boca da garrafa de gargalo estreito. Levantar bem devagar o balão de modo que o bicarbonato de sódio caia todo para dentro da garrafa.

RESULTADO.

Observar o que acontece quando são misturados esses materiais e anotar o que observaram?
R.

Quando são misturados o vinagre com bicarbonato de cálcio, duas substâncias diferentes, acontece a uma transformação. Que tipo de transformação foi observado?
R.

Perceberam que isso acontece porque houve efervescência da mistura. E o que fez o balão encher?
R.

 Ao efervescer, esta mistura libera um gás que passa pela boca da garrafa e enche o balão. Que gás é esse?
R.

Quando as substâncias de uma mistura reagem entre si, originando uma substância diferente, quer dizer que aconteceu uma __________________________ que é uma ________________ em que uma ou mais substâncias se convertem numa nova substância ou em novas substâncias.

No experimento realizado, qual foi o produto da reação?
R.

Quais as substâncias usadas inicialmente?
R.

Quando elas sofreram transformação, originaram outra substância. Que substância foi essa?
R.

CONCLUSÃO.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICA. 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Mario Sergio Cortella


Mario Sergio foi muito claro em suas palavras ele faz com que enxergamos aquilo que não estávamos conseguindo ver, quando cita um exemplo com seu próprio filho, no gosto pelo musica, ao comentar que seu filho esta ficando velho, não de idade e sim das ideias, não aceitando aquilo que e novo, ficar inerte as ideias, se achando soberano ao seu conhecimento, colocando barreiras para novos conhecimentos.
Nós educadores, não podemos ficar sentados achando que já chegamos ao topo, sabemos de tudo, somo perfeitos. Conforme Mario Sergio, somos pessoa velha, precisamos mudar esse conceito, e tornarmos educadores idosos, não de idade, e sim conhecimento,  sendo que, a cada dia aprendemos coisas novas, e devemos estamos aptos a novos ideias.
Para isso, precisamos ser humildes naquilo que estamos fazendo e empregando, uma educação sem alienação, mas para empregar conhecimento de forma autônoma ao aluno.
Precisamos saber utilizar aquilo que ao longo do tempo dentro das tradições de ensino vem sendo exercido com sucesso, deixando para traz métodos arcaicos, sem fundamento algum para o desenvolvimento do aluno.

Como educadores precisamos ser humildes aceitar as tradições que se perpetua ao longo dos anos, no processo de formação do aluno, bom relacionamento com todo corpo docente e discente, assim estaremos contribuindo para o desenvolvimento do individuo e de toda a sociedade que o cerca, e não utilizando método arcaico, onde só o eu predomina, uma metodologia de ensino sem contesto, falta de humildade, deixar de lado o eu já sei de tudo, com este método, dificilmente alcançara o resultado esperado na formação do individuo.                

Cipriano Luckesi

Cipriano nós da um exemplo bem claro do modo de avaliação, seja ela na aprendizagem, na vida social ou profissional, este método de avaliação vem sendo praticado desde o século XVI, e constantemente estamos sendo avaliados, ou seja, o individuo possui conhecimento tem progressão consegue o sucesso, mas caso contrário o individuo fica na mesma, sem a oportunidade de progredir.
Diante de uma sociedade a qual vivemos hoje, o sistema de avaliação e muito desigual, só consegue o sucesso a classe social que tem mais recursos financeiros, onde podem usufruir de uma metodologia de aprendizagem mais qualificada, enquanto a grande parcela da sociedade, não disponibiliza de recursos, e ficam em poder apenas do método de ensino do poder publico.
Esta diferença de avaliação é muito desigual, um exemplo esta na quantidade de alunos matriculados nas universidades publica, sendo praticamente quase em sua totalidade de alunos que tiveram mais recursos no período escolar, sendo que, sempre estudaram nas melhores escolas, com metodologia de ensino mais qualificada, e consequentemente obtiveram muita vantagem na hora de ingressar universidade publica, enquanto a classe de menor recurso, com metodologia de ensino deficitária, não tendo a condição de concorrer na mesma condição a esta avaliação para ingressara uma universidade publica.
Este processo acontece pela falta de interesse do aluno, do descontentamento dos professores e principalmente por parte dos governantes, que não investem em programas de educação qualitativos, adotam programas que maqueiam os índices de reprovação, como sistema de progressão continuada, e consequentemente muito alunos sem nenhum conhecimento vão seguindo em frente com seu Curriculum escolar, e quando chegam à fase de avaliação, não obtém o resultado desejado.

O sistema de avaliação não pode ser visto como inimigo da sociedade e sim um termômetro do grau de conhecimento do individuo, para isso precisa ser mudado a metodologia de aprendizagem, precisa ser feito avaliação do próprio sistema a qual esta sendo empregado na educação, avaliação dos educadores, avaliação dos centros educacionais, e com estas mediadas podemos ter com certeza um melhora na avaliação daquilo que estamos ensinando e aprendendo.  

Rubens Alves

Muito interessante no começo da entrevista, quando Prof. Rubens Alves fala sobre intelecto de uma criança, que tem grande capacidade de formular perguntas incríveis, porem com o passar do tempo, vão perdendo essa capacidade; isto se da pela falta de conhecimento adquirido ao longo do tempo, isto é, falta de leitura e conteúdo dentro do curriculum escolar durante o aprendizado, desta maneira acabamos por sentir falta de inteligência.
A inteligência não acontece por acaso, é preciso estar praticando constantemente, não ficar estagnado, o Prof. Rubens comenta sobre a proposta de provocar a inteligência, quer dizer, provocando a inteligência estará aguçando o conhecimento.
A inteligência não é uma consequência em curto prazo, só estaremos adquirindo grau de inteligência, com o pratica de leitura, e não fazendo com que nos deixe alienado, com isso, adquirimos ao longo do tempo o conhecimento a qual buscamos e necessitamos.
Para nós que somos educadores, e estaremos atuando diretamente com o aprendizado e formação das crianças, precisaremos ter nova estratégia referente à metodologia de ensino, isto é, a grade curricular que esta sendo lecionada hoje em dia, esta um  tanto ultrapassada,  conteúdos a qual não tem necessidade na formação do aprendizado da criança, visto que, as crianças estão em constante  desenvolvimento intelectual , bem mais avançados do que alguns anos atrás, por isso, a necessidade de rever esta grade, e explorar esse grau de conhecimento do alunos,  aguçar a vontade de aprender, trazer para sala de aula, o cotidiano dos alunos, saber diferenciar o potencial de aprendizagem de cada um, evitando com isso o desinteresse pela aprendizagem, e qualquer indiferença por parte dos alunos  com seus colegas.

sábado, 3 de outubro de 2015

A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informações em conhecimento


Hoje em dia com a modernidade da sociedade e os avanços tecnológicos são oferecidas diversas as fontes de informações, que ao mesmo tempo não conseguem ser processadas e assimiladas por educandos, onde desta maneira são perceptíveis os problemas de leitura e escrita. Sabemos que há necessidade do desenvolvimento integral do indivíduo, ou seja, novas maneiras de promover o conhecimento sabendo-se que cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais (Pozo,2004), pois são com as tentativas fracassadas que buscamos aprimorar a didática e metodologia, em busca do conhecimento eficaz e bom entendimento do aluno.
A função da escola atual é buscar estratégias que priorizem transformar informações em conhecimento, não podemos esquecer que se o processo de alfabetização nas séries iniciais deve ocorrer de forma efetiva, caso contrário, todo o processo no decorrer das séries seguintes poderá ficar comprometido.
Nosso desafio como educadores deve-se pautar na avaliação formativa, onde ocorre o desenvolvimento integral do indivíduo. A escola atual deixou de ser a principal fonte de conhecimento para os alunos, mas deve “formar os alunos para terem acesso e darem sentido a informação. Os alunos não buscam o conhecimento no professor, mas sim em outras ferramentas de apoio, tais como internet, e se o educador se preparar para tal situação, pode tirar proveito da mesma e dar sequência da transmissão da informação, visando assim dinamismo e comprometimento de seus alunos.

  Há necessidade de se criar novas culturas de aprendizagem, pautadas em competências e habilidades que possibilitem aos alunos gerirem o próprio conhecimento através de cinco tipos de capacidades como: aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação, mudando concepções de modelos tradicionais, mesmo com tantos avanços tecnológico, é vasto o conhecimento de alguns profissionais que param no tempo. A inovação nas formas de ensinar e aprender conduzem para o aprimoramento do conhecimento nesta sociedade tecnológica.

Ciência, Tecnologia e sociedade: A relevância do enfoque CTS para o contexto do Ensino Médio

Ressalta-se a importância do enfoque Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) perante os questionamentos críticos e reflexivos acerca do contexto científico-tecnológico e social e, em especial, sua relevância para o Ensino Médio. Os pressupostos do movimento CTS têm se ampliado em toda sociedade brasileira, principalmente na área educacional. Dentro da proposta da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), configurada nos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEMs), percebe-se a relevância de aproximar o aluno da interação com a ciência e a tecnologia em todas as dimensões da sociedade, oportunizando a ele uma concepção ampla e social do contexto científico-tecnológico.
Na sociedade em Geral, como em instituições de ensino tem como uma de suas funções a formação de Cidadãos. Dessa maneira, não podendo caber à Educação a resolução de todos os problemas sociais, porem seu papel é contribuir para a  formação de indivíduos críticos, participativos e que possam atuar em uma melhoria das condições de vida em nossa sociedade. Entretanto, uma Instituição educacional foi criada para preparar indivíduos a viver de acordo com as regras estabelecidas pela sociedade; assim podendo ser uma forma de educar para a obediência, passividade, imobilidade de cada individuo.
A abordagem da relação Ciência/Tecnologia/Sociedade (CTS) torna-se cada vez mais necessária no ensino de Ciências, para oportunizar aos alunos a compreensão dos avanços científicos e tecnológicos de forma crítica. Porém, para a inclusão de temas contemporâneos no ensino, é importante que os professores os compreendam para que possam abordá-los de forma adequada e contextualizada aos conceitos científicos, podendo, assim, promover uma alfabetização científica e tecnológica.

I Jornada de Didática - O Ensino como foco - I Fórum de professores de Didática do Estado do Paraná



A missão de inserir o aluno na sociedade atual mostra-se cada vez mais complicado, é função do educador boa parte desta tarefa social. Os dados apresentados indicam que o ensino de química não pode se resumir apenas à transmissão de conhecimento, mas sim, que este ensino faça referência com a vida do aluno, para que o mesmo possa absorver o conhecimento com mais facilidade, porém, considerando que o processo de ensino e aprendizagem acontece mediante reflexões, o inicio para transmitir informações de determinada disciplina acontece por meio de fundamentação teórica, como também do saber pedagógico do professor e sua capacidade em conduzir sua aula, de acordo com sua metodologia e didática. Dessa maneira o tema em questão apresenta como forma investigativa a dificuldade do ensino da disciplina de química, tendo por base a revisão bibliográfica e relatos de profissionais que atuam nesta área, e, também, sugerir algumas soluções atrativas para facilitar este processo com a finalidade de melhorar a relação professor-aluno, hoje muito conturbadas.
Devido a dificuldade no ensino da química, percebe-se que os alunos, muitas vezes, não conseguem aprender ou compreender o conteúdo, não conseguem relacionar teoria com prática, onde se tornam desinteressados pelo tema. Isto indica que este ensino está sendo feito de forma descontextualizada e não interdisciplinar.
No entanto, nem sempre o professor está preparado para atuar de forma interdisciplinar, relacionando o conteúdo com a realidade dos alunos. Os livros didáticos podem ser, e são, na maioria das vezes, utilizados como instrumentos educacionais que auxiliam os educadores a organizarem suas ideias, assimilar os conteúdos e proceder à exposição aos alunos, porém, o professor deve evitar utilizar apenas deste recurso didático em suas aulas. Com o avanço tecnológico é fácil de criar novas metodologias de ensino, fazendo com que desperte o interesse e a sede de saber pelos alunos. Utilizar de recursos diferencias, materiais de apoio e aulas práticas, despertam o interesse, curiosidade e paixão dos educandos na abordagem do tema estudado, onde na maioria das vezes se tem o mesmo como desinteressante, muitas vezes por falta de aprimorar as aulas do educador.
A elaboração de projetos voltados para a utilização da química no cotidiano é uma alternativa para driblar tal situação, utilizando-se da prática, desta forma, os alunos pesquisam os assuntos químicos, se interessam por eles, porque percebem a importância do conhecimento químico para o seu dia-a-dia.
É preciso interesse também do professor, onde deve buscar a formação continuada. A participação em grupos de estudo, por exemplo, nas discussões sobre as diversas possibilidades para o ensino de química, é uma alternativa interessante e viável, e depende apenas da disponibilidade do professor em participar.
Se for considerada algumas eventualidades, pode ser amenizada se as aulas forem ministradas dentro de um contexto em que haja relação com a realidade do aluno, ou seja, transmitir o conhecimento de modo que o mesmo assimile com seu dia a dia. A prática da interação entre alunos e professores é uma forma de buscar soluções para sanar os conflitos gerados no cotidiano da sala de aula, e aprimorar a didática e materiais de apoio também complementam para adquiri o conhecimento. Nesse sentido, é possível maior êxito na aprendizagem do conteúdo ensinado.

Mídia, Escola e Leitura Crítica do Mundo

          

             Ao analisar o texto em questão nos remetemos a realidade da inter-relação das duas dinâmicas vivas que mostram o ser humano quanto a formação da sociedade secular a formação do cidadão(ã) crítico reflexivo.
            Segundo a avaliação de determinados órgãos governamentais, como por exemplo o IBGE e outros, revelam o baixíssimo nível de compreensão, interpretação e reflexão dos alunos do ensino fundamental e Médio, tal nível relacionado em pleno o século XXI dentre tantos avanços tecnológicos. Há vários motivos que levaram a essa situação alarmante, tais como: a influência avassaladora da mídia perante a sociedade moderna, falta de aprimoramentos na formação dos professores e alunos, livros didáticos com informações fragmentadas e a falha na estrutura governamental dos órgãos educacionais responsáveis pela veiculação do conhecimento e da informação transmitida aos mesmos, interina onde está conectada com o passado-presente-futuro.
            Há alguns pontos relevantes a destacar com relação a informação fragmentada que a mídia apresenta, descontextualizando com a realidade do educando e educador, da sociedade e do cidadão. Que dificulta a compreensão da informação, e da formação do pensamento crítico quanto pessoa que age e interage com o meio que está inserido. Desta forma as causas e efeitos tem sido avassaladores, tais como mencionado nas pesquisas governamentais.
               A formação do professor e de todos os componentes do corpo docente no âmbito escolar, tem se esvanecido perante a avalanche de informações que a mídia anuncia a toda hora, entretanto muitos não busco a se aprimorar e andar juntamente com as avanços tecnológicos, ou buscando informações verdadeiras estabelecidas para mídia, ao transmitir tais aos educandos. Talvez o despreparo financeiro não permite que o professor tenha tanta opção em correr atrás da informação desinformada, ou em alguns casos haja falta de interesse em estabelecer um raciocínio lógico por base de novas pesquisas e em diversas fontes.
           A utilização da mídia nas escolas tem apresentado um recurso não favorável ao educando e até mesmos, complicado aos educadores. O educando precisa mais do que nunca filtrar as informações geradas pelas mídias, até porque a mídia é uma ferramenta de trabalho muito importante na sociedade atual, e muitas vezes utilizam redes sócias, tais como Facebook e Instagram como ferramenta de pesquisa. E para todo bom profissional é necessário usar a ferramenta de trabalho com segurança, conhecimento do que faz e autonomia nas ações tomadas. Assim é o preparo do educando com relação a mídia, prepará-lo para não rejeitar mas avaliar e processar a importância da mídia quanto a sua formação de cidadão crítico-reflexivo, é preciso que o educador oriente e participe da vida de pesquisa de seus educandos.
          O professor qualificado leva o  educando a perceber e compreender as várias armadilhas da linguagem oral, visuais, sonoras e outras, suas deficiências linguísticas, e ao observar que a informação não é tão real quanto se menciona, devido a fragmentação da notícia e a relevância dada a algumas notícias. Então se faz importante a leitura da mídia em sala de aula para direcionar o educando a perceber e identificar fontes verdadeiras. 
             O professor que coloca em prática a ideologia pedagógica faz-se preparado em relacionar os livros didáticos, que por sua vez, estão descontextualizados e a cada dia ultrapassados se comprarmos aos avanços tecnológicos, com os fatos históricos segundo a ordem cronológica dos acontecimentos e de muitos outros, que nem nos livros didáticos estão registrados; com a ferramenta que a mídia fornece como meio de instrumento pedagógico. Esta conexão entre livro didático e mídia nas mãos do educador voltado a ação pedagógica, faz-se aprimorar da busca em saber, saber a aprender e saber opinar a formação consciente dos educandos preparados para posicionar-se diante das informações adquiridas da atualidade.

Tecnologia na escola: criação de redes e conhecimentos


Hoje o mundo está voltado a era tecnológica, são diversos os recursos inovadores apresentados a cada dia a sociedade, muitos mais que se inserir na mesma, esta informação vinculada a internet, é preciso saber utilizar a seu favor tal ferramenta, selecionando as informações para resolver seus problemas de cotidiano, compreendendo o mundo, e se atualizando.
A interação do homem com sua rede de conhecimentos acontece no momento que este interage com contexto, e com seus objetos existentes, atuando sobre esses mesmo, retirando informações que lhe são significativas, transformando o meio em que vive, e sendo transformado continuamente a cada experiência.
Podendo usar a TIC (Tecnologia de informação e comunicação) e internet o homem pode ter acesso a diversas informações, se conectar a diversas pessoas, trocar experiências e colher aprendizado, assumindo assim uma comunicação multidirecional com vista a tecer a própria rede de conhecimentos.
Sendo incorporada a TIC na escola, favorece a criação de redes individuais de significados e a constituição de comunidade de aprendizagem que cria sua própria rede virtual de interação e colaboração, adotada como uma inovadora metodologia de ensino, visando sempre a aprimorar a busca pelo conhecimento, assim despertando interesse nos educandos.
O uso da tecnologia de informação e comunicação - TIC na escola carrega em si mesmo as contradições da sociedade contemporânea. De um lado, a preocupação com os altos índices de analfabetos funcionais, por outro lado, o mundo digital invade nossas vidas e vai dominando seu espaço.
Inserir-se na sociedade da informação é saber utilizar essa tecnologia para a busca e a seleção de informações que permita a cada pessoa resolver os problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação de seu contexto.
Na rede, aprender é descobrir significados, adquirir novas experiências e criar elos entre outros usuários da mesma. Todos aprendem juntos e em colaboração. Aprender em um processo colaborativo é planejar, desenvolver ações, receber, selecionar e enviar informações, trocar informações com outros indivíduos, adquirir conhecimentos de um modo inovador.
Criar redes de conhecimento na escola, significa assumir a interação e a colaboração entre alunos, professores, funcionários, dirigentes e comunidade. O papel do educador, é trazer os alunos para a “investigação”, para a problematização, desenvolvendo projetos, soluções de problemas, reflexões individuais e coletivas, despertar o interesse pela pesquisa, onde o educando tem sede de conhecimento e vai em busca da informação. E para ensinar é preciso organizar situações de aprendizagem, criando condições que favoreçam a compreensão da complexidade do mundo e do ser humano.
Realizar aprendizagem com a presença das TIC, é utilizar tais tecnologias para a realização de ações, para o desenvolvimento de reflexões que questionam as ações e provocam uma avaliação contínua. E esses professores que associam essas tecnologias aos métodos ativos de aprendizagem desenvolvem a habilidade técnica relacionada ao domínio da tecnologia e, articulam esse domínio com a prática pedagógica e com as teorias educacionais que os auxiliem a refletir sobre a própria prática e a transformá-la.
A aprendizagem é um processo de construção do aluno, onde cabe ao professor com sua didática, promover o desenvolvimento de atividades que provoquem o envolvimento e a livre participação do aluno. O professor atua como mediador, facilitador, incentivados, desafiador, investigador do conhecimento, da própria prática e da aprendizagem individual e grupal.
A incorporação da TIC na escola favorece a criação de redes individuais de significados e a constituição de uma comunidade de aprendizagem que cria a sua própria rede virtual de interação e colaboração. Mas para ela se incorporar na escola, é preciso ousar, vencer desafios, articular saberes, tecer continuamente a rede, criando e desatando novos nós conceituais que se inter-relacionam com a integração de diferentes tecnologias. 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade



            O professor José Armando Valente, nos mostra neste texto qual maneira possamos fazer uma analise, de certa forma, mais criteriosa a essa crescente população chamada de terceira idade, e que possamos nos colocar em vsa. posição, das quais constantemente sofreram uma exclusão, dentro desta sociedade na qual ela vive. Todos nós durante o percorrer da vida teremos um aprendizado, seja ela na infância, adolescência ou na terceira idade. Nos tempos atuais, com a falta de profissionais qualificados para do mercado de trabalho, esta fazendo com que todos busquem uma qualificação e melhores conhecimentos, e se aprimorado em determinada área que exerce.
      Com isto, esta impulsionando as pessoas a tomarem iniciativas em voltar a estudar, principalmente, esta classe da terceira idade.  As empresas estão buscando esta qualificação estão disponibilizando novas vagas nas instituições e novas recolocações no mercado de trabalho. Com essa iniciativa, faz com que se torne verdadeira a vontade em querer e poder apreender e ter melhor conhecimento, Não há necessidade de ficar decorando tudo aquilo que lhe é passado, mas, a necessidade de entender tudo que se estuda, a sua maturidade ajuda muito a compreender, este é o melhor momento e incorporar todo conhecimento, na terceira idade, não se contentar em ficar só na memorização do conhecimento, mas com uma predisposição em enfrentar desafios e ate a sujeitar situações novas onde poderá colocar todo seu conhecimento.
           Em algumas cidades estão abrindo novas instituições educacionais, para atender esta crescente procura pela terceira idade, criada com uma complexibilidade de interação do conhecimento com o processo de aprendizagem, mas esbara na dificuldade de assimilar alguma matéria a eles ensinada, diante da dificuldade de assimilar o conteúdo, vão precisar de uma dedicação maior e maior força de vontade em aprender.  Como exemplo deste fato, o autor descreve a necessidade das aulas de informática, que caberá ao aluno aprender toda a magia que envolve um computador, mas para isso acontecer, do outro lado o educando, terá que ter paciência em ensinar, a mística que envolve o manuseio de um computador.
        Devido a grande procura as salas de aula estão ficando cheias, para isso, os educadores também precisam de uma especialização para se posicionar diante do educando, com competência e benevolência no ato de ensinar, dentro do projeto pedagógico em questão. A necessidade de fazer uma avaliação no que diz sobre o conteúdo a ser ensinado, se o processo de ensino-aprendizagem, esta dentro do grau de conhecimento dos educandos da terceira idade.
           Para conseguir o resultado esperado do aprendizado da terceira idade, primeiro precisa que o educador seja um transmissor de informação ao educando, e que sane todas as duvidas e repasse todas as informações de forma simples e pratica, mas que esteja dentro do material especifico a ser abordado. Maior grau de dificuldade da matéria a ser transmitida, maior será o desdobramento do educador, mas para isso, devera preparar o conteúdo, de certa forma com maior prazer e consciente, visando que o conhecimento da classe de terceira idade, tem grau de conhecimento de outra maneira em relação a alunos que já estão período escolar.
           Este processo será de certa forma mais lenta, mas com uma vantagem este conhecimento será bem mais consistente e com grau elevado de assimilação. Com uma analise mais reflexiva sobre todas as informações a quais vividas e observadas no passar de muitos anos, concluímos que o educando não é fato sem informação, mas um banco de dados cheio de fatos reais, que nem as grandes publicações possam revelar. Deste modo poderemos proporcionar trocas de informações e conhecimentos, fortalecendo ainda mais o educador, que não se opõe a abertura de novas experiências, construindo assim com maior solidez, maior grau de conhecimento do educando da terceira idade dentro do contexto de sala de aula.

domingo, 20 de setembro de 2015

Professor Pedro Demo


Pedro Demo é professor do departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB). PhD em Sociologia pela Universidade de Saarbrücken, Alemanha, e pós-doutor pela University of California at Los Angeles (UCLA), possui 76 livros publicados, envolvendo Sociologia e Educação. No mês passado esteve em Curitiba para uma palestra.
O tema de sua palestra é “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola”.

Quais são os maiores desafios que professores e alunos enfrentam, envolvendo essa linguagem?
A escola está distante dos desafios do século XX. O fato é que quando as crianças de hoje forem para o mercado, elas terão de usar computadores, e a escola não usa. Algumas crianças têm acesso à tecnologia e se desenvolvem de uma maneira diferente - gostam menos ainda da escola porque acham que aprendem melhor na internet. As novas alfabetizações estão entrando em cena, e o Brasil não está dando muita importância a isso – estamos encalhados no processo do ler, escrever e contar. Na escola, a criança escreve porque tem que copiar do quadro. Na internet, escreve porque quer interagir com o mundo. A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente. As próprias crianças trocam informações entre si, e a escola está longe disso. Não acho que devemos abraçar isso de qualquer maneira, é preciso ter espírito crítico - mas não tem como ficar distante. A tecnologia vai se implantar aqui “conosco ou sem nosco”.




A linguagem do século XXI envolve apenas a internet?
Geralmente se diz linguagem de computador porque o computador, de certa maneira, é uma convergência. Quando se fala nova mídia, falamos tanto do computador como do celular. Então o que está em jogo é o texto impresso. Primeiro, nós não podemos jogar fora o texto impresso, mas talvez ele vá se tornar um texto menos importante do que os outros. Um bom exemplo de linguagem digital é um bom jogo eletrônico – alguns são considerados como ambientes de boa aprendizagem. O jogador tem que fazer o avatar dele – aquela figura que ele vai incorporar para jogar -, pode mudar regras de jogo, discute com os colegas sobre o que estão jogando. O jogo coloca desafios enormes, e a criança aprende a gostar de desafios. Também há o texto: o jogo vem com um manual de instruções e ela se obriga a ler. Não é que a criança não lê – ela não lê o que o adulto quer que ele leia na escola. Mas quando é do seu interesse, lê sem problema. Isso tem sido chamado de aprendizagem situada – um aprendizado de tal maneira que apareça sempre na vida da criança. Aquilo que ela aprende, quando está mexendo na internet, são coisas da vida. Quando ela vai para a escola não aparece nada. A linguagem que ela usa na escola, quando ela volta para casa ela não vê em lugar nenhum. E aí, onde é que está a escola? A escola parece um mundo estranho. As linguagens, hoje, se tornaram multimodais. Um texto que já tem várias coisas inclusas. Som, imagem, texto, animação, um texto deve ter tudo isso para ser atrativo. As crianças têm que aprender isso. Para você fazer um blog, você tem que ser autor – é uma tecnologia maravilhosa porque puxa a autoria. Você não pode fazer um blog pelo outro, o blog é seu, você tem que redigir, elaborar, se expor, discutir. É muito comum lá fora, como nos Estados Unidos, onde milhares de crianças de sete anos que já são autoras de ficção estilo Harry Potter no blog, e discutem animadamente com outros autores mirins. Quando vão para a escola, essas crianças se aborrecem, porque a escola é devagar.

Então a escola precisa mudar para acompanhar o ritmo dos alunos?
Precisa, e muito. Não que a escola esteja em risco de extinção, não acredito que a escola vai desaparecer. Mas nós temos que restaurar a escola para ela se situar nas habilidades do século XXI, que não aparecem na escola. Aparecem em casa, no computador, na internet, na lan house, mas não na escola. A escola usa a linguagem de Gutenberg, de 600 anos atrás. Então acho que é aí que temos que fazer uma grande mudança. Para mim, essa grande mudança começa com o professor. Temos que cuidar do professor, porque todas essas mudanças só entram bem na escola se entrarem pelo professor – ele é a figura fundamental. Não há como substituir o professor. Ele é a tecnologia das tecnologias, e deve se portar como tal.

Qual é a diferença da interferência da linguagem mais tecnológica para, como o senhor falou, a linguagem de Gutenberg?
Cultura popular. O termo mudou muito, e cultura popular agora é mp3, dvd, televisão, internet. Essa é a linguagem que as crianças querem e precisam. Não exclui texto. Qual é a diferença? O texto, veja bem, é de cima para baixo, da esquerda para a direita, linha por linha, palavra por palavra, tudo arrumadinho. Não é real. A vida real não é arrumadinha, nosso texto que é assim. Nós ficamos quadrados até por causa desses textos que a gente faz. A gente quer pensar tudo seqüencial, mas a criança não é seqüencial. Ela faz sete, oito tarefas ao mesmo tempo – mexe na internet, escuta telefone, escuta música, manda email, recebe email, responde - e ainda acham que na escola ela deve apenas escutar a aula. Elas têm uma cabeça diferente. O texto impresso vai continuar, é o texto ordenado. Mas vai entrar muito mais o texto da imagem, que não é hierárquico, não é centrado, é flexível, é maleável. Ele permite a criação conjunta de algo, inclusive existe um termo interessante para isso que é “re-mix” – todos os textos da internet são re-mix, partem de outros textos. Alguns são quase cópias, outros já são muito bons, como é um texto da wikipedia (que é um texto de enciclopédia do melhor nível).

Qual a sua opinião sobre o internetês?
Assim como é impossível imaginar que exista uma língua única no mundo, também existem as línguas concorrentes. As sociedades não se unificam por língua, mas sim por interesses comuns, por interatividade (como faz a internet por exemplo). A internet usa basicamente o texto em inglês, mas admite outras culturas. Eu não acho errado que a criança que usa a internet invente sua maneira de falar. No fundo, a gramática rígida também é apenas uma maneira de falar. A questão é que pensamos que o português gramaticalmente correto é o único aceitável, e isso é bobagem. Não existe uma única maneira de falar, existem várias. Mas com a liberdade da internet as pessoas cometem abusos. As crianças, às vezes, sequer aprendem bem o português porque só ficam falando o internetês. Acho que eles devem usar cada linguagem isso no ambiente certo – e isso implica também aprender bem o português correto.

O senhor é um grande escritor na área de educação, e tem vários livros publicados. Desses livros qual é o seu preferido?
Posso dizer uma coisa? Eu acho que todos os livros vão envelhecendo, e eu vou deixando todos pelo caminho. Não há livro que resista ao tempo. Mas um dos que eu considero com mais impacto – e não é o que eu prefiro – é o livro sobre a LDB (A Nova LDB: Ranços e Avanços), que chegou a 20 e tantas edições. É um livro que eu não gosto muito, que eu não considero um bom livro, mas... Outros livros que eu gosto mais saíram menos, depende muito das circunstâncias. Eu gosto sobretudo de um livrinho que eu publiquei em 2004, chamado Ser Professor é Cuidar que o Aluno Aprenda. É o ponto que eu queria transmitir a todos os professores: ser professor não é dar aulas, não é instruir, é cuidar que o aluno aprenda. Partir do aluno, da linguagem dele, e cuidar dele, não dar aulas. O professor gosta de dar aula, e os dados sugerem que quanto mais aulas, menos o aluno aprende. O professor não acredita nisso, acha que isso é um grande disparate. Mas é verdade. É melhor dar menos aulas e cuidar que o aluno pesquise, elabore, escreva - aprenda. Aí entra a questão da linguagem de mídia: a língua hoje não é dos gramáticos, é de quem usa a internet. Então a língua vai andar mais, vai ter que se contorcer, vai ser mais maleável.

Então o professor gosta de dar aulas deve mudar esse pensamento?
É um grande desafio: cuidar do professor, arrumar uma pedagogia na qual ele nasça de uma maneira diferente, não seja só vinculado a dar aulas. A pedagogia precisa inventar um professor que já venha com uma cara diferente, não só para dar aulas e que seja tecnologicamente correto. Que mexa com as novas linguagens, que tenha blog, que participe desse mundo – isso é fundamental. Depois, quando ele está na escola, ele precisa ter um reforço constante para aprender. É preciso um curso grande, intensivo, especialização, voltar para a universidade, de maneira que o professor se reconstrua. Um dos desejos que nós temos é de que o professor produza material didático próprio, que ainda é desconhecido no Brasil. Ele tem que ter o material dele, porque a gente só pode dar aula daquilo que produz - essa é a regra lá fora. Quem não produz não pode dar aula, porque vai contar lorota. Não adianta também só criticar o professor, ele é uma grande vítima de todos esses anos de descaso, pedagogias e licenciaturas horríveis, encurtadas cada vez mais, ambientes de trabalho muito ruins, salários horrorosos... Também nós temos que, mais que criticar, cuidar do professor para que ele se coloque a altura da criança. E também, com isso, coloque à altura da criança a escola – sobretudo a escola pública, onde grande parte da população está.

Resenha  
O tema de sua palestra é “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola”.
Os desafios da linguagem no século XXI - Pedro Demo
Segundo Pedro Demo  "A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente." A escola ainda está dando os primeiros passos em relação ao uso da tecnologia enquanto lá fora a criança está em contato direto com diferentes formas tecnológicas. Ainda no pensamento de Demo   "Os métodos pedagógicos necessita  reinventar  novos  professores ,  que demonstrem uma visão diferente, não na  metodologia de aulas, mas que seja  de certa forma tecnologicamente correto. Que desenvolva novos pensamentos e linguagens de fácil assimilação, que use a tecnologia,  tenha blog, que seja mais participativo  desse mundo virtual – isso é fundamental e faz a diferença."
No que diz respeito a uso de novos métodos tecnológicos, abre uma grande possibilita de elevar e encarrarmos  nova postura, uma identificação diferente aos métodos de aprendizagem  praticados ao longo destes anos, e de certa forma já estão  arcaico, a estagnação em quere se atualizar, não pode ficar desta maneira, tem que abrir mais espaço a novos método , tem que ser mais interativos, e com isto, a metodologia de aprendizagem do aluno se adaptara de certa forma mais realista possível e consequentemente, o aluno vai despertando um interesse maior  em aprender consequentemente de forma mais concreta possível. Para que isso ocorra, todos os educadores que se se dedicar mais, impor um esforço maior, a necessidade que tenha uma sintonia por parte de todos envolvidos, para isso tem que ter uma atualização constantemente se, buscando novos conhecimentos se aperfeiçoando de tudo que há de novidade na educação , Pedro demo diz "É preciso um curso grande, intensivo, especialização, voltar para a universidade, de maneira que o professor se reconstrua." Ou seja, tudo isso passa por investimento em educação e principalmente investimento no PROFESSOR