segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Mario Sergio Cortella


Mario Sergio foi muito claro em suas palavras ele faz com que enxergamos aquilo que não estávamos conseguindo ver, quando cita um exemplo com seu próprio filho, no gosto pelo musica, ao comentar que seu filho esta ficando velho, não de idade e sim das ideias, não aceitando aquilo que e novo, ficar inerte as ideias, se achando soberano ao seu conhecimento, colocando barreiras para novos conhecimentos.
Nós educadores, não podemos ficar sentados achando que já chegamos ao topo, sabemos de tudo, somo perfeitos. Conforme Mario Sergio, somos pessoa velha, precisamos mudar esse conceito, e tornarmos educadores idosos, não de idade, e sim conhecimento,  sendo que, a cada dia aprendemos coisas novas, e devemos estamos aptos a novos ideias.
Para isso, precisamos ser humildes naquilo que estamos fazendo e empregando, uma educação sem alienação, mas para empregar conhecimento de forma autônoma ao aluno.
Precisamos saber utilizar aquilo que ao longo do tempo dentro das tradições de ensino vem sendo exercido com sucesso, deixando para traz métodos arcaicos, sem fundamento algum para o desenvolvimento do aluno.

Como educadores precisamos ser humildes aceitar as tradições que se perpetua ao longo dos anos, no processo de formação do aluno, bom relacionamento com todo corpo docente e discente, assim estaremos contribuindo para o desenvolvimento do individuo e de toda a sociedade que o cerca, e não utilizando método arcaico, onde só o eu predomina, uma metodologia de ensino sem contesto, falta de humildade, deixar de lado o eu já sei de tudo, com este método, dificilmente alcançara o resultado esperado na formação do individuo.                

Cipriano Luckesi

Cipriano nós da um exemplo bem claro do modo de avaliação, seja ela na aprendizagem, na vida social ou profissional, este método de avaliação vem sendo praticado desde o século XVI, e constantemente estamos sendo avaliados, ou seja, o individuo possui conhecimento tem progressão consegue o sucesso, mas caso contrário o individuo fica na mesma, sem a oportunidade de progredir.
Diante de uma sociedade a qual vivemos hoje, o sistema de avaliação e muito desigual, só consegue o sucesso a classe social que tem mais recursos financeiros, onde podem usufruir de uma metodologia de aprendizagem mais qualificada, enquanto a grande parcela da sociedade, não disponibiliza de recursos, e ficam em poder apenas do método de ensino do poder publico.
Esta diferença de avaliação é muito desigual, um exemplo esta na quantidade de alunos matriculados nas universidades publica, sendo praticamente quase em sua totalidade de alunos que tiveram mais recursos no período escolar, sendo que, sempre estudaram nas melhores escolas, com metodologia de ensino mais qualificada, e consequentemente obtiveram muita vantagem na hora de ingressar universidade publica, enquanto a classe de menor recurso, com metodologia de ensino deficitária, não tendo a condição de concorrer na mesma condição a esta avaliação para ingressara uma universidade publica.
Este processo acontece pela falta de interesse do aluno, do descontentamento dos professores e principalmente por parte dos governantes, que não investem em programas de educação qualitativos, adotam programas que maqueiam os índices de reprovação, como sistema de progressão continuada, e consequentemente muito alunos sem nenhum conhecimento vão seguindo em frente com seu Curriculum escolar, e quando chegam à fase de avaliação, não obtém o resultado desejado.

O sistema de avaliação não pode ser visto como inimigo da sociedade e sim um termômetro do grau de conhecimento do individuo, para isso precisa ser mudado a metodologia de aprendizagem, precisa ser feito avaliação do próprio sistema a qual esta sendo empregado na educação, avaliação dos educadores, avaliação dos centros educacionais, e com estas mediadas podemos ter com certeza um melhora na avaliação daquilo que estamos ensinando e aprendendo.  

Rubens Alves

Muito interessante no começo da entrevista, quando Prof. Rubens Alves fala sobre intelecto de uma criança, que tem grande capacidade de formular perguntas incríveis, porem com o passar do tempo, vão perdendo essa capacidade; isto se da pela falta de conhecimento adquirido ao longo do tempo, isto é, falta de leitura e conteúdo dentro do curriculum escolar durante o aprendizado, desta maneira acabamos por sentir falta de inteligência.
A inteligência não acontece por acaso, é preciso estar praticando constantemente, não ficar estagnado, o Prof. Rubens comenta sobre a proposta de provocar a inteligência, quer dizer, provocando a inteligência estará aguçando o conhecimento.
A inteligência não é uma consequência em curto prazo, só estaremos adquirindo grau de inteligência, com o pratica de leitura, e não fazendo com que nos deixe alienado, com isso, adquirimos ao longo do tempo o conhecimento a qual buscamos e necessitamos.
Para nós que somos educadores, e estaremos atuando diretamente com o aprendizado e formação das crianças, precisaremos ter nova estratégia referente à metodologia de ensino, isto é, a grade curricular que esta sendo lecionada hoje em dia, esta um  tanto ultrapassada,  conteúdos a qual não tem necessidade na formação do aprendizado da criança, visto que, as crianças estão em constante  desenvolvimento intelectual , bem mais avançados do que alguns anos atrás, por isso, a necessidade de rever esta grade, e explorar esse grau de conhecimento do alunos,  aguçar a vontade de aprender, trazer para sala de aula, o cotidiano dos alunos, saber diferenciar o potencial de aprendizagem de cada um, evitando com isso o desinteresse pela aprendizagem, e qualquer indiferença por parte dos alunos  com seus colegas.

sábado, 3 de outubro de 2015

A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informações em conhecimento


Hoje em dia com a modernidade da sociedade e os avanços tecnológicos são oferecidas diversas as fontes de informações, que ao mesmo tempo não conseguem ser processadas e assimiladas por educandos, onde desta maneira são perceptíveis os problemas de leitura e escrita. Sabemos que há necessidade do desenvolvimento integral do indivíduo, ou seja, novas maneiras de promover o conhecimento sabendo-se que cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais (Pozo,2004), pois são com as tentativas fracassadas que buscamos aprimorar a didática e metodologia, em busca do conhecimento eficaz e bom entendimento do aluno.
A função da escola atual é buscar estratégias que priorizem transformar informações em conhecimento, não podemos esquecer que se o processo de alfabetização nas séries iniciais deve ocorrer de forma efetiva, caso contrário, todo o processo no decorrer das séries seguintes poderá ficar comprometido.
Nosso desafio como educadores deve-se pautar na avaliação formativa, onde ocorre o desenvolvimento integral do indivíduo. A escola atual deixou de ser a principal fonte de conhecimento para os alunos, mas deve “formar os alunos para terem acesso e darem sentido a informação. Os alunos não buscam o conhecimento no professor, mas sim em outras ferramentas de apoio, tais como internet, e se o educador se preparar para tal situação, pode tirar proveito da mesma e dar sequência da transmissão da informação, visando assim dinamismo e comprometimento de seus alunos.

  Há necessidade de se criar novas culturas de aprendizagem, pautadas em competências e habilidades que possibilitem aos alunos gerirem o próprio conhecimento através de cinco tipos de capacidades como: aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação, mudando concepções de modelos tradicionais, mesmo com tantos avanços tecnológico, é vasto o conhecimento de alguns profissionais que param no tempo. A inovação nas formas de ensinar e aprender conduzem para o aprimoramento do conhecimento nesta sociedade tecnológica.

Ciência, Tecnologia e sociedade: A relevância do enfoque CTS para o contexto do Ensino Médio

Ressalta-se a importância do enfoque Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) perante os questionamentos críticos e reflexivos acerca do contexto científico-tecnológico e social e, em especial, sua relevância para o Ensino Médio. Os pressupostos do movimento CTS têm se ampliado em toda sociedade brasileira, principalmente na área educacional. Dentro da proposta da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), configurada nos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEMs), percebe-se a relevância de aproximar o aluno da interação com a ciência e a tecnologia em todas as dimensões da sociedade, oportunizando a ele uma concepção ampla e social do contexto científico-tecnológico.
Na sociedade em Geral, como em instituições de ensino tem como uma de suas funções a formação de Cidadãos. Dessa maneira, não podendo caber à Educação a resolução de todos os problemas sociais, porem seu papel é contribuir para a  formação de indivíduos críticos, participativos e que possam atuar em uma melhoria das condições de vida em nossa sociedade. Entretanto, uma Instituição educacional foi criada para preparar indivíduos a viver de acordo com as regras estabelecidas pela sociedade; assim podendo ser uma forma de educar para a obediência, passividade, imobilidade de cada individuo.
A abordagem da relação Ciência/Tecnologia/Sociedade (CTS) torna-se cada vez mais necessária no ensino de Ciências, para oportunizar aos alunos a compreensão dos avanços científicos e tecnológicos de forma crítica. Porém, para a inclusão de temas contemporâneos no ensino, é importante que os professores os compreendam para que possam abordá-los de forma adequada e contextualizada aos conceitos científicos, podendo, assim, promover uma alfabetização científica e tecnológica.

I Jornada de Didática - O Ensino como foco - I Fórum de professores de Didática do Estado do Paraná



A missão de inserir o aluno na sociedade atual mostra-se cada vez mais complicado, é função do educador boa parte desta tarefa social. Os dados apresentados indicam que o ensino de química não pode se resumir apenas à transmissão de conhecimento, mas sim, que este ensino faça referência com a vida do aluno, para que o mesmo possa absorver o conhecimento com mais facilidade, porém, considerando que o processo de ensino e aprendizagem acontece mediante reflexões, o inicio para transmitir informações de determinada disciplina acontece por meio de fundamentação teórica, como também do saber pedagógico do professor e sua capacidade em conduzir sua aula, de acordo com sua metodologia e didática. Dessa maneira o tema em questão apresenta como forma investigativa a dificuldade do ensino da disciplina de química, tendo por base a revisão bibliográfica e relatos de profissionais que atuam nesta área, e, também, sugerir algumas soluções atrativas para facilitar este processo com a finalidade de melhorar a relação professor-aluno, hoje muito conturbadas.
Devido a dificuldade no ensino da química, percebe-se que os alunos, muitas vezes, não conseguem aprender ou compreender o conteúdo, não conseguem relacionar teoria com prática, onde se tornam desinteressados pelo tema. Isto indica que este ensino está sendo feito de forma descontextualizada e não interdisciplinar.
No entanto, nem sempre o professor está preparado para atuar de forma interdisciplinar, relacionando o conteúdo com a realidade dos alunos. Os livros didáticos podem ser, e são, na maioria das vezes, utilizados como instrumentos educacionais que auxiliam os educadores a organizarem suas ideias, assimilar os conteúdos e proceder à exposição aos alunos, porém, o professor deve evitar utilizar apenas deste recurso didático em suas aulas. Com o avanço tecnológico é fácil de criar novas metodologias de ensino, fazendo com que desperte o interesse e a sede de saber pelos alunos. Utilizar de recursos diferencias, materiais de apoio e aulas práticas, despertam o interesse, curiosidade e paixão dos educandos na abordagem do tema estudado, onde na maioria das vezes se tem o mesmo como desinteressante, muitas vezes por falta de aprimorar as aulas do educador.
A elaboração de projetos voltados para a utilização da química no cotidiano é uma alternativa para driblar tal situação, utilizando-se da prática, desta forma, os alunos pesquisam os assuntos químicos, se interessam por eles, porque percebem a importância do conhecimento químico para o seu dia-a-dia.
É preciso interesse também do professor, onde deve buscar a formação continuada. A participação em grupos de estudo, por exemplo, nas discussões sobre as diversas possibilidades para o ensino de química, é uma alternativa interessante e viável, e depende apenas da disponibilidade do professor em participar.
Se for considerada algumas eventualidades, pode ser amenizada se as aulas forem ministradas dentro de um contexto em que haja relação com a realidade do aluno, ou seja, transmitir o conhecimento de modo que o mesmo assimile com seu dia a dia. A prática da interação entre alunos e professores é uma forma de buscar soluções para sanar os conflitos gerados no cotidiano da sala de aula, e aprimorar a didática e materiais de apoio também complementam para adquiri o conhecimento. Nesse sentido, é possível maior êxito na aprendizagem do conteúdo ensinado.

Mídia, Escola e Leitura Crítica do Mundo

          

             Ao analisar o texto em questão nos remetemos a realidade da inter-relação das duas dinâmicas vivas que mostram o ser humano quanto a formação da sociedade secular a formação do cidadão(ã) crítico reflexivo.
            Segundo a avaliação de determinados órgãos governamentais, como por exemplo o IBGE e outros, revelam o baixíssimo nível de compreensão, interpretação e reflexão dos alunos do ensino fundamental e Médio, tal nível relacionado em pleno o século XXI dentre tantos avanços tecnológicos. Há vários motivos que levaram a essa situação alarmante, tais como: a influência avassaladora da mídia perante a sociedade moderna, falta de aprimoramentos na formação dos professores e alunos, livros didáticos com informações fragmentadas e a falha na estrutura governamental dos órgãos educacionais responsáveis pela veiculação do conhecimento e da informação transmitida aos mesmos, interina onde está conectada com o passado-presente-futuro.
            Há alguns pontos relevantes a destacar com relação a informação fragmentada que a mídia apresenta, descontextualizando com a realidade do educando e educador, da sociedade e do cidadão. Que dificulta a compreensão da informação, e da formação do pensamento crítico quanto pessoa que age e interage com o meio que está inserido. Desta forma as causas e efeitos tem sido avassaladores, tais como mencionado nas pesquisas governamentais.
               A formação do professor e de todos os componentes do corpo docente no âmbito escolar, tem se esvanecido perante a avalanche de informações que a mídia anuncia a toda hora, entretanto muitos não busco a se aprimorar e andar juntamente com as avanços tecnológicos, ou buscando informações verdadeiras estabelecidas para mídia, ao transmitir tais aos educandos. Talvez o despreparo financeiro não permite que o professor tenha tanta opção em correr atrás da informação desinformada, ou em alguns casos haja falta de interesse em estabelecer um raciocínio lógico por base de novas pesquisas e em diversas fontes.
           A utilização da mídia nas escolas tem apresentado um recurso não favorável ao educando e até mesmos, complicado aos educadores. O educando precisa mais do que nunca filtrar as informações geradas pelas mídias, até porque a mídia é uma ferramenta de trabalho muito importante na sociedade atual, e muitas vezes utilizam redes sócias, tais como Facebook e Instagram como ferramenta de pesquisa. E para todo bom profissional é necessário usar a ferramenta de trabalho com segurança, conhecimento do que faz e autonomia nas ações tomadas. Assim é o preparo do educando com relação a mídia, prepará-lo para não rejeitar mas avaliar e processar a importância da mídia quanto a sua formação de cidadão crítico-reflexivo, é preciso que o educador oriente e participe da vida de pesquisa de seus educandos.
          O professor qualificado leva o  educando a perceber e compreender as várias armadilhas da linguagem oral, visuais, sonoras e outras, suas deficiências linguísticas, e ao observar que a informação não é tão real quanto se menciona, devido a fragmentação da notícia e a relevância dada a algumas notícias. Então se faz importante a leitura da mídia em sala de aula para direcionar o educando a perceber e identificar fontes verdadeiras. 
             O professor que coloca em prática a ideologia pedagógica faz-se preparado em relacionar os livros didáticos, que por sua vez, estão descontextualizados e a cada dia ultrapassados se comprarmos aos avanços tecnológicos, com os fatos históricos segundo a ordem cronológica dos acontecimentos e de muitos outros, que nem nos livros didáticos estão registrados; com a ferramenta que a mídia fornece como meio de instrumento pedagógico. Esta conexão entre livro didático e mídia nas mãos do educador voltado a ação pedagógica, faz-se aprimorar da busca em saber, saber a aprender e saber opinar a formação consciente dos educandos preparados para posicionar-se diante das informações adquiridas da atualidade.

Tecnologia na escola: criação de redes e conhecimentos


Hoje o mundo está voltado a era tecnológica, são diversos os recursos inovadores apresentados a cada dia a sociedade, muitos mais que se inserir na mesma, esta informação vinculada a internet, é preciso saber utilizar a seu favor tal ferramenta, selecionando as informações para resolver seus problemas de cotidiano, compreendendo o mundo, e se atualizando.
A interação do homem com sua rede de conhecimentos acontece no momento que este interage com contexto, e com seus objetos existentes, atuando sobre esses mesmo, retirando informações que lhe são significativas, transformando o meio em que vive, e sendo transformado continuamente a cada experiência.
Podendo usar a TIC (Tecnologia de informação e comunicação) e internet o homem pode ter acesso a diversas informações, se conectar a diversas pessoas, trocar experiências e colher aprendizado, assumindo assim uma comunicação multidirecional com vista a tecer a própria rede de conhecimentos.
Sendo incorporada a TIC na escola, favorece a criação de redes individuais de significados e a constituição de comunidade de aprendizagem que cria sua própria rede virtual de interação e colaboração, adotada como uma inovadora metodologia de ensino, visando sempre a aprimorar a busca pelo conhecimento, assim despertando interesse nos educandos.
O uso da tecnologia de informação e comunicação - TIC na escola carrega em si mesmo as contradições da sociedade contemporânea. De um lado, a preocupação com os altos índices de analfabetos funcionais, por outro lado, o mundo digital invade nossas vidas e vai dominando seu espaço.
Inserir-se na sociedade da informação é saber utilizar essa tecnologia para a busca e a seleção de informações que permita a cada pessoa resolver os problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação de seu contexto.
Na rede, aprender é descobrir significados, adquirir novas experiências e criar elos entre outros usuários da mesma. Todos aprendem juntos e em colaboração. Aprender em um processo colaborativo é planejar, desenvolver ações, receber, selecionar e enviar informações, trocar informações com outros indivíduos, adquirir conhecimentos de um modo inovador.
Criar redes de conhecimento na escola, significa assumir a interação e a colaboração entre alunos, professores, funcionários, dirigentes e comunidade. O papel do educador, é trazer os alunos para a “investigação”, para a problematização, desenvolvendo projetos, soluções de problemas, reflexões individuais e coletivas, despertar o interesse pela pesquisa, onde o educando tem sede de conhecimento e vai em busca da informação. E para ensinar é preciso organizar situações de aprendizagem, criando condições que favoreçam a compreensão da complexidade do mundo e do ser humano.
Realizar aprendizagem com a presença das TIC, é utilizar tais tecnologias para a realização de ações, para o desenvolvimento de reflexões que questionam as ações e provocam uma avaliação contínua. E esses professores que associam essas tecnologias aos métodos ativos de aprendizagem desenvolvem a habilidade técnica relacionada ao domínio da tecnologia e, articulam esse domínio com a prática pedagógica e com as teorias educacionais que os auxiliem a refletir sobre a própria prática e a transformá-la.
A aprendizagem é um processo de construção do aluno, onde cabe ao professor com sua didática, promover o desenvolvimento de atividades que provoquem o envolvimento e a livre participação do aluno. O professor atua como mediador, facilitador, incentivados, desafiador, investigador do conhecimento, da própria prática e da aprendizagem individual e grupal.
A incorporação da TIC na escola favorece a criação de redes individuais de significados e a constituição de uma comunidade de aprendizagem que cria a sua própria rede virtual de interação e colaboração. Mas para ela se incorporar na escola, é preciso ousar, vencer desafios, articular saberes, tecer continuamente a rede, criando e desatando novos nós conceituais que se inter-relacionam com a integração de diferentes tecnologias.