sábado, 3 de outubro de 2015

I Jornada de Didática - O Ensino como foco - I Fórum de professores de Didática do Estado do Paraná



A missão de inserir o aluno na sociedade atual mostra-se cada vez mais complicado, é função do educador boa parte desta tarefa social. Os dados apresentados indicam que o ensino de química não pode se resumir apenas à transmissão de conhecimento, mas sim, que este ensino faça referência com a vida do aluno, para que o mesmo possa absorver o conhecimento com mais facilidade, porém, considerando que o processo de ensino e aprendizagem acontece mediante reflexões, o inicio para transmitir informações de determinada disciplina acontece por meio de fundamentação teórica, como também do saber pedagógico do professor e sua capacidade em conduzir sua aula, de acordo com sua metodologia e didática. Dessa maneira o tema em questão apresenta como forma investigativa a dificuldade do ensino da disciplina de química, tendo por base a revisão bibliográfica e relatos de profissionais que atuam nesta área, e, também, sugerir algumas soluções atrativas para facilitar este processo com a finalidade de melhorar a relação professor-aluno, hoje muito conturbadas.
Devido a dificuldade no ensino da química, percebe-se que os alunos, muitas vezes, não conseguem aprender ou compreender o conteúdo, não conseguem relacionar teoria com prática, onde se tornam desinteressados pelo tema. Isto indica que este ensino está sendo feito de forma descontextualizada e não interdisciplinar.
No entanto, nem sempre o professor está preparado para atuar de forma interdisciplinar, relacionando o conteúdo com a realidade dos alunos. Os livros didáticos podem ser, e são, na maioria das vezes, utilizados como instrumentos educacionais que auxiliam os educadores a organizarem suas ideias, assimilar os conteúdos e proceder à exposição aos alunos, porém, o professor deve evitar utilizar apenas deste recurso didático em suas aulas. Com o avanço tecnológico é fácil de criar novas metodologias de ensino, fazendo com que desperte o interesse e a sede de saber pelos alunos. Utilizar de recursos diferencias, materiais de apoio e aulas práticas, despertam o interesse, curiosidade e paixão dos educandos na abordagem do tema estudado, onde na maioria das vezes se tem o mesmo como desinteressante, muitas vezes por falta de aprimorar as aulas do educador.
A elaboração de projetos voltados para a utilização da química no cotidiano é uma alternativa para driblar tal situação, utilizando-se da prática, desta forma, os alunos pesquisam os assuntos químicos, se interessam por eles, porque percebem a importância do conhecimento químico para o seu dia-a-dia.
É preciso interesse também do professor, onde deve buscar a formação continuada. A participação em grupos de estudo, por exemplo, nas discussões sobre as diversas possibilidades para o ensino de química, é uma alternativa interessante e viável, e depende apenas da disponibilidade do professor em participar.
Se for considerada algumas eventualidades, pode ser amenizada se as aulas forem ministradas dentro de um contexto em que haja relação com a realidade do aluno, ou seja, transmitir o conhecimento de modo que o mesmo assimile com seu dia a dia. A prática da interação entre alunos e professores é uma forma de buscar soluções para sanar os conflitos gerados no cotidiano da sala de aula, e aprimorar a didática e materiais de apoio também complementam para adquiri o conhecimento. Nesse sentido, é possível maior êxito na aprendizagem do conteúdo ensinado.

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